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domingo, 22 de julho de 2012

Contos: Foda Com Negão


Foda Com Negão


Numa tarde em que o movimento do trabalho estava praticamente parado eu resolvi entrar numa sala de bate papo pra curtir sacanagens como eu gosto. Normalmente entro com um Nick dando a entender que sou passivo e me excito muito conversando com homens ativos em sessões de sexo virtual ou até recebendo ligações deles. Fiquei super a fim de brincar com alguma rola para chupar ou até sentar nela. Meu cú pedia por algo mais e eu não queria simplesmente me masturbar num banheiro. Fica faltando algo e eu não me satisfaço muito assim. Na hora de ir embora, meu carro resolveu simplesmente me deixar na mão e eu o deixei parado no estacionamento do prédio imaginando resolver o problema no dia seguinte. Voltei para o escritório imaginando que algum amigo poderia me dar uma carona, mas todos já haviam ido embora. Liguei para a minha mulher que disse que nem estava na cidade. Ela estava no interior pra onde foi atender um dos seus clientes numa situação de emergência e que voltaria tarde da noite. Mesmo com tudo isso minha excitação não diminuía eu resolvi pegar um ônibus pra casa. Estava usando uma calça de tek tell e uma camiseta solta e larga. Tive a idéia de tirar a cueca e colocar uma das calcinhas que tenho escondidas no meu armário que fica trancado. Vesti o fio dental e me dirigi ao ponto de ônibus imaginando que ele poderia vir lotado pelo horário. Com alguma facilidade eu subi e fui pro meio do corredor. As pessoas foram entrando cada vez mais até que lotou completamente e as pessoas ficavam espremidas e encostadas umas as outras. De repente um homem negro, um pouco mais alto que eu, se acomodou atrás de mim e parou exatamente ali. Era justamente o que eu desejava naquele dia: um homem por trás. Com os movimentos das curvas, freadas e aceleradas do coletivo, o negão se esfregava na minha bunda e eu não dizia nada. Num certo momento percebo que algo mais crescia entre a gente e era cada vez mais duro e maior. Eu empurrava a bunda contra ele até que o educado excitado me pediu desculpas pela situação. Olhei pra ele por cima do ombro e sorrindo respondi que estava tudo bem e que ele podia ficar tranqüilo. Foi como dizer: sou toda sua. Senti uma das suas mãos descendo entre a gente e ele dar uma ajeitada na rola dura já. Claro que sua mão roçou minha bunda também e um dos seus dedos deram um passeio por ela que sentiu o elástico da calcinha apertada. Fingindo buscar o dinheiro no bolso de trás para pagar a passagem, dei uma “explorada” na ferramenta do negão que nessa hora deixou escapar um ruído parecido com o de uma cascavel. Virei o rosto sorrindo pra ele que retribuiu o sorriso e como sua mão ainda estava em baixo, senti um beliscão de lave na minha bunda. Olhei com cara de “gostei disso” e em seguida ouvi um convite dele para descermos e tomarmos uma cervejinha já que era sexta feira. Aceitei e segui na frente ele que de forma até discreta ainda foi-me encoxando sem ninguém perceber. Descemos do busão e ele tentava esconder o volume na calça e me disse que eu tinha uma bunda bem gostosa e que não teve como ficar de pau duro roçando nela. Desculpou se mais uma vez, mas eu respondi que tinha adorado a situação e perguntei se ele tinha pau grande. A resposta foi até assustadora se eu não tivesse outras experiências com outros homens: 24 cm e bem grosso. Ele disse que estávamos a um quarteirão da casa dele e que se eu topasse, poderíamos ir pra lá onde tinha cerveja à vontade pra gente. Topei e seguimos conversando e eu me revelando sem o menor pudor contando que curtia ser passivo com homens e que naquele dia estava especialmente cheio de vontade de uma rola. Ele me contou que já tinha saído com alguns travestis e 2 homens que eram casados mas curtiam ser passivos pra ele também. Contou que algumas mulheres com quem transou, reclamaram do tamanho da sua pica que segundo elas, machucava na hora da penetração. Comecei a sentir um misto de medo e tesão incontroláveis. Pra dispersar o medo perguntei se ele tinha beijado os travestis na boca e ele disse que beijou apenas uma delas que nem parecia boneca. Perguntei se ele me beijaria também e ele disse que com certeza. Entramos no elevador e ele me puxou de frente contra ele e perguntou se eu queria experimentar seu beijo. Nem respondi e me encostei de frente no seu peito e me entreguei. Sua língua era grande e até áspera e invadiu a minha boca num beijo de tirar o fôlego. Eu estava totalmente entregue e louco para dar muito prazer ao negão gostoso. Entramos no seu apartamento e mais uma encoxada dele em mim arrancou um gemido todo delicado da minha boca que ainda emitiu um “ai que delícia de homem”. Novamente seu pau cresceu e eu mesmo comecei a descer a minha calça pra sentir melhor seu volume e aí percebi que ele ia judiar um pouco de mim. Soltou-me e falou pra sentar no sofá enquanto ele ia buscar a cerveja que estava muito a fim. Sentei, tirei a calça e o tênis ficando com a calcinha e a camiseta apenas. Da cozinha ele falou que estava pegando uns salgadinhos pra gente comer com a cerveja e sua demora me intrigava. Após um longo tempo ele apareceu com duas latas de cerveja numa mão e um pratinho com queijo temperado na outra e totalmente pelado com aquela verga meio dura e grossa balançando entre as pernas. Eu não via mais nada na minha frente além do pau dele que era de um tamanho e calibre que nunca tinha visto. Ele caminhou e parou na minha frente perguntando se eu tinha gostado da rola dele. Nem conseguia falar direito e segurando a deliciosa pica com as duas mãos comecei a acariciar e delirar. Sem nem mesmo que ele me pedisse, eu comecei a beijar e lamber, mas o sabor e cheiro eram muito fortes e ele percebeu meu incômodo. Afinal fez muito calor durante o dia e ele trabalhava andando pelas ruas e aí já viu né? Levantou-me do sofá e tirou minha camiseta enquanto falava que ia me dar dois banhos, um de chuveiro e outro de língua. Quando viu a minha bunda dividida pelo fio dental, falou que eu era um tesão de viado e que tinha uma bunda melhor que as de muitas mulheres que ele já tinha comido. Ele mesmo tirou a minha calcinha e me encaminhou pro banheiro onde nos ensaboamos e nos beijamos muito. Ele me enxugou e depois me carregou no colo como se eu fosse uma pena e me colocou no sofá que era muito confortável e grande. Sentou ao meu lado e entregou uma das latinhas brindando à minha bunda e eu retribuí brindando ao seu pauzão. Eu segurava a lata em uma das mãos e a rola dele quase do mesmo calibre da lata na outra. Lata gelada numa das mãos e pau quente na outra. Atendendo seu pedido, virei de bruços no sofá e ele derramou a cerveja nas minhas costas fazendo uma poça nela pra depois começar a beber e acariciar minha bunda. Ajeitou-se entre as minhas pernas e derramou mais cerveja, dessa vez no meu reguinho e com a boca no meu cuzinho bebeu mais alguns goles enquanto eu gemia e falava que ele era um macho delicioso. Terminou a cerveja dele e jogou no chão, mas continuou saboreando meu cuzinho e metendo a língua nele me fazia gemer e até a gritar de tesão máximo. Ele falava o tempo todo que me faria muito feliz com a pica dele e que eu jamais esqueceria ela. Depois de uns 5 minutos chupando meu cú, ele pediu um carinho na vara dele e eu não neguei claro. Mudando de posição no sofá, comecei a lamber sua longa pica de baixo até a cabeçorra que parecia um morango coberto de chocolate. Segurava com as duas mãos e ainda sobrava carne pra chupar. Ficou muito duro mesmo e depois de uns 10 minutos mamando ele sugeriu que fôssemos pra cama dele e eu aceitei. Mais uma vez ele não me deixou caminhar e me carregou no colo. Coloquei os braços nos seus ombros e nos beijamos a caminho do matadouro dele. Colocou-me carinhosamente na cama de bruços e abriu a gaveta do criado mudo para tirar dela um creme lubrificante que começou a passar no meu cú enfiando primeiro um dedo e depois dois. Passou um monte de creme no mastro dele também e perguntou como eu queria que ele me comesse. Respondi que preferia sentar na rola dele pra poder controlar a entrada e não “sofrer” muito. Ele então deitou se de costas e eu sentei sobre ele com as pernas abertas e a bunda ainda mais. Segurei a picona e encostei-a ao meu cú que piscava de vontade já. Desci meu corpo aos poucos e a cabeça entrou com certa facilidade e eu nem senti dor alguma. Descia lentamente e aí comecei a sentir meu cú se abrindo cada vez mais até que não entrou mais e eu senti seus pelos roçando minha bunda e eu adoro isso quando consigo meter todo na bunda. Deitei sobre ele para acostumar com o invasor e nos beijamos. Com esse movimento percebi que o pau deu uma saída do meu cú e eu voltei à posição o fazendoele voltar pra dentro. Percebi que não sentia dor alguma, mas muito prazer e comecei a rebolar lentamente e gemer feito uma verdadeira cadela no cio sedenta por um macho. Depois de mais alguns minutos eu já pulava e rebolava na vara dele que falava não acreditar que eu estava dando tão gostoso sem reclamar do pau enorme dele. Suas mãos acariciavam meus peitinhos e apertava os mamilos e isso arrancava mais gemidos da minha boca e uns gritinhos delicados e afeminados também. Ficamos nessa posição por vários minutos e ele perguntou se eu não queria ficar de 4 pra ele. Mudamos a posição sem nem mesmo tirar a rola da minha bunda. Eu não queria ficar sem ela nem um segundo antes dele esporrar. A virada no pau dele deu a impressão de um parafuso entrando na porca e a sensação foi deliciosa também. Coloquei o rosto na cama e empinei bem a bunda abrindo bem as pernas pra ele me segurar pelas ancas e comandar as entradas e saídas. Não aguentava mais e falei que estava pra gozar sem nem mesmo me tocar e ele acelerou e começou a meter mais forte até que entrou numa velocidade incrível e eu não agüentei mais e gozei no seu lençol. Quando estava gozando apertei seu pau com meu cú e gemi alto quase gritando e nessa hora senti toda potência daquela vara gozando no meu cuzão. Com o gozo dele veio um “puta que pariu que bunda gostosaaaaaa”. Apertava minha bunda contra seu pau e só soltou quando terminou de gozar e derrubou todo seu peso sobre mim. Ficamos paradinhos respirando forte até que nos acalmamos, mas o pau dele mesmo mole ainda continuava dentro de mim. Ele tirou e deitou ao meu lado e eu senti a porra dele escorrendo do meu cú para as minhas coxas. Essa sensação eu também adoro nessas horas. Ficamos calados por vários minutos e em seguida o silêncio dele foi quebrado quando me convidou pra ir tomar um banho com ele. Levantei da cama e senti as pernas moles e uma enxurrada de porra escorrer entre as minhas coxas. No banho ele me lavou e enfiando um dedo no meu cú, ajudou a tirar um pouco mais da porra dele. Em seguida fomos pro sofá onde bebemos mais algumas latas de cerveja e terminamos com o queijo dele. Eu sempre acariciando seu pau que cedeu aos meus carinhos e novamente ficou duro. Claro que não perdi a oportunidade de começar uma chupada deliciosa nele e queria ver a porra saindo mais uma vez. Lambia e olhava pro rosto dele, algo que os homens gostam de ver. Mesmo ele avisando que demoraria pra gozar dessa vez eu não desisti até que ele lavou meu rosto e boca de porra quentinha. Eu estava passando o pau dele pelo meu rosto com os olhos fechados, num carinho delicioso quando de repente senti outro jato no rosto, mas dessa vez era urina e ele colocou uma toalha por baixo para não sujar o seu sofá. O jato era forte e eu direcionava pro rosto e até abri a boca pra ele urinar nela. Alguma coisa eu até engoli enquanto ele me falava que eu era uma puta completa mesmo. Quando terminou de urinar, me levou novamente para o banho e ali ficamos por quase meia hora aos beijos e conversando sobre uma proposta dele de eu virar uma putinha pra ele. Eu aceitei e disse que viria pra casa dele sempre que ele pedisse. Foram 18 meses de namoro com o negão e aprontando outras loucuras deliciosas inclusive com a participação de outros homens e mulheres dominadoras também. Ele comprou roupinhas que eu usava na casa dele quando passava finais de semana com ele aproveitando que a minha esposa estava viajando a trabalho ou visitando seus pais no interior. Como tudo que é bom, dura pouco ou acaba depois de um tempo, ele começou a namorar uma garota e nossas relações foram rareando até que um dia me disse que ia se casar no mês seguinte. Até fui ao seu casamento e levei minha esposa que nem sonhava que o noivo tinha sido meu macho por um ano e meio.

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